domingo, 27 de janeiro de 2013

ORAR+ AÇÃO = ORAÇÃO/ VAMOS ORAR JUNTOS AGORAAAAAAAAA


    "Senhor, Ensina-nos a Orar"
    PAI NOSSO

    Pai nosso, que estás no céu, 
    santificado seja o Teu nome. 

    Venha a nós o Teu reino, 
    seja feita a Tua vontade 
    assim na terra como no céu. 
    O pão nosso de cada dia nos dai hoje. 

    Perdoa-nos as nossas ofensas 
    assim como nós perdoamos 
    a quem nos tem ofendido; 
    e não nos deixes cair em tentação, 
    mas livra-nos do mal.

"De uma feita, estava Jesus orando em certo lugar; quando terminou, um dos seus discípulos pediu; Senhor, ensina-nos a orar como também João ensinou aos seus discípulos" (Lucas 11:1).
A oração é importante. Todos os que querem seguir o Senhor sabem que a oração é parte essencial da vida do discípulo. Entretanto, poucos oram e muitas vezes, quando oramos, parece que lutamos para nos expressarmos a Deus. Embora possa parecer que a oração deveria vir a nossa boca como uma expressão confortável de nossa fé e confiança em Deus, ela freqüentemente parece difícil, talvez ineficaz.
Os primeiros seguidores de Jesus observaram seus hábitos de oração. Eles o viram freqüentemente procurando um lugar deserto para falar com seu Pai. Numa ocasião dessas, eles pediram sua ajuda. Também desejamos comunicar- nos com Deus como seu filho estava fazendo. "Senhor, ensina-nos a orar" (Lucas 11:1).
Jesus fez como eles pediram. Ele os ensinou como orar, tanto por suas palavras como por seu exemplo. Ele orava freqüentemente, fervorosamente e com grande fé naquele que estava ouvindo aquelas orações. Através do exemplo de sua vida, ele está ainda nos ensinando a orar.

Palavras de oração

A resposta imediata de Jesus ao pedido dos apóstolos é encontrada em Lucas 11:2-4
Então, ele os ensinou: Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; o pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia; perdoa-nos os nossos pecados, pois também perdoamos a todo o que nos deve. E não nos deixes cair em tentação.
Nem esta oração, nem a semelhante encontrada em Mateus 6:9-13, são destinadas a repetição palavra por palavra. Jesus não estava ensinando palavras para serem memorizadas e recitadas; ele estava ensinando a orar. Ele deu um exemplo que mostra que tipo de coisas devemos incluir em nossas orações. Devemos:
1. Reverenciar e glorificar a Deus: "Pai, santificado seja o teu nome". Grandes orações de grandes homens e mulheres são sempre proferidas com grande respeito a Deus. Quando Moisés, Ana, Davi, Daniel, Neemias e outras importantes personagens da era do Velho Testamento oraram, começaram com declarações de genuína reverência a Deus, como criador e comandante do universo.
2. Buscar a vontade de Deus: "Venha o teu reino". A oração não é um instrumento para manipular Deus para que faça nossa vontade. Aqui, Jesus orou pelo reino de Deus, sabendo que esse reino só poderia vir com todo o seu poder através da avenida de sua própria morte. Aqui, como na oração agonizante no Getsêmani, Jesus colocou a vontade do Pai acima de seus próprios interesses: "Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres" (Mateus 26:39). Quando vemos a oração como nada mais do que uma oportunidade de fazer pedidos a Deus, colocamos a vontade do servo indevidamente acima da vontade do Senhor. Deveremos sempre procurar fazer a vontade de Deus.
3. Reconhecer nossa dependência de Deus para as necessidades físicas: "O pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia". Esta não é uma exigência de abundância e riqueza. Jesus nem praticou, nem ensinou a noção materialista de que o discípulo pode "dizer e exigir" o que quer na oração. Diferentemente das orações de certas pessoas hoje em dia, que se aproximam de Deus como pirralhos mal criados exigindo tudo o que querem, Jesus mostrou aqui uma dependência de Deus para as necessidades básicas da existência diária. Precisamos de Deus todos os dias.
4. Reconhecer nossa dependência de Deus para as bênçãos espirituais: "Perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a todo o que nos deve. E não nos deixeis cair em tentação". Encontramos algumas lições valiosas no versículo 4. Primeiro, precisamos do perdão. As palavras de João 8:7 e Romanos 3:23 nos recordam nossa culpa. Pecamos. Necessitamos do perdão. Só Deus tem o direito e o poder para perdoar (Marcos 2:7). Segundo, precisamos perdoar. Nossa comunhão com Deus é condicionada a várias coisas, incluindo-se como tratamos as outras pessoas. Quem se recusa a perdoar outro ser humano simplesmente não será perdoado por Deus (Mateus 6:14-15; 18:15-35). Terceiro, precisamos do auxílio de Deus para que não pequemos. Deus não é apenas um guarda-livros registrando os pecados cometidos e apagando-os depois. Ele tem poder para nos auxiliar a derrotar o inimigo. Paulo garantiu que há um jeito de escapar de cada tentação (1 Coríntios 10:13). Jesus "é poderoso para socorrer os que são tentados" (Hebreus 2:18). Ele nos deixou um exemplo perfeito de obediência para encorajar nossa fidelidade (1 Pedro 2:21-24). Na hora de sua mais difícil tentação, Jesus voltou-se para seu Pai em oração fervorosa. Depois daquelas orações ele saiu do Getsêmani preparado para suportar o poder das trevas, e sofreu o ridículo e a morte para cumprir a vontade de seu Pai. Jesus encontrou o auxílio necessário quando apelou para seu Pai, em oração.

Exemplos de oração

Pouco é registrado das palavras específicas com que Jesus orou. Podemos aprender muito simplesmente observando quando, onde e por quê Jesus orou.
1. Quando Jesus orou? Ele orou em horas de grandes provações, tais como o exemplo já citado de suas orações no Getsêmani, poucas horas antes de sua morte. Ele orou momentos antes de grandes decisões. Lucas 6:12-16 conta o dia em que Jesus escolheu os doze homens aos quais seria dada a responsabilidade de levar o evangelho ao mundo. Note o que ele fez antes de selecioná-los; "Retirou-se para o monte, a fim de orar, e passou a noite orando a Deus" (Lucas 6:12). Ele orou antes de grandes obras. Quando Jesus se preparou para ressuscitar Lázaro dentre os mortos, ele primeiro se dirigiu ao seu Pai, em oração (João 11:41-43). Ele orou quando sua obra terminou (João 17:4).
2. Onde Jesus orou? Embora as orações de Jesus nunca fossem limitadas pelo tempo ou pelo espaço, é claro que ele freqüentemente procurou um lugar e uma hora livre e sem interrupções para falar com seu Pai em oração. Ele freqüentemente subiu a montes, ou saiu para um jardim, e tipicamente escolheu a noite ou o amanhecer, quando haveria menos distração com o mundo apressado. Tais hábitos eram tão típicos da vida de Cristo que Judas sabia exatamente onde encontrá-lo embora só estivesse estado em Jerusalém poucos dias (João 18:1-3).
3. Por que Jesus orou? As circunstâncias das orações de Jesus sugerem motivos imediatos para oração: tentações, provações, tristeza, momentos decisivos, etc. Mas estes são realmente apenas o reflexo de uma razão maior pela qual Jesus orou. Jesus valorizava sua comunhão com o Pai. Como alguém que entendia melhor do que qualquer outro homem jamais entendeu o privilégio de andar com Deus, Jesus queria manter essa íntima relação com seu Pai. Tendo a escolha entre multidões de homens e seu Pai, Jesus freqüentemente escolheu a companhia de Deus. Quando tinha que escolher entre o sono e a oração, Jesus encontrava o profundo rejuvenescimento de que necessitava, não no descanso físico, mas na conversa espiritual com seu Pai.. Estas orações de Jesus nos ensinam algumas lições muito valiosas sobre o privilégio de sermos chamados filhos de Deus.
ORAÇÃO
ORAR+AÇÃO
ORAR- falar com DEUS, de forma clara simples, sincera, agradecer, pedir para você ou outrem
agradecer pelo pessoal, espiritual, conversar com DEUS de forma amigável, por-se a disposição de falante e ouvinte. Silenciar quando preciso, deixar DEUS falar contigo, seja por sentimentos ou sonsa
AÇÃO-por em prática o que orou, o que conversou com DEUS
Muitas vezes oramos, e nessa oração pedimos e prometemos e ouvimos e sentimos, porém nunca praticamos e ai dizemos que a oração não frutificou,  é claro que não e nem frutificará, não tem como frutificar uma arvore que se planta e se esquece dela, nunca molho, nunca podo, nunca carpo ao seu redor, nunca vejo se pragas tentam lhe causar danos, enfim simplesmente planto e a abandono, assim é a oração tenho que orar e praticar, ou seja por em ação para que frutifique, que se torne bençãos.

A PAZ 
Pra Lurdinei

sábado, 26 de janeiro de 2013

DEUS QUER MUDAR O VALE DE OSSOS SECOS: PROFETIZA, PROFETA


Ezequiel 37                   A VISÃO DO VALE DE OSSOS SECOS



1 Veio sobre mim a mão do SENHOR, e ele me fez sair no Espírito do SENHOR, e me pôs no meio de um vale que estava cheio de ossos.
2 E me fez passar em volta deles; e eis que eram mui numerosos sobre a face do vale, e eis que estavam sequíssimos.
3 E me disse: Filho do homem, porventura viverão estes ossos? E eu disse: Senhor DEUS, tu o sabes.
4 Então me disse: Profetiza sobre estes ossos, e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do SENHOR.
5 Assim diz o Senhor DEUS a estes ossos: Eis que farei entrar em vós o espírito, e vivereis.
Amados DEUS levou Ezequiel no vale de ossos para que ele visse o que era e como era um osso seco, num vale de osso não há vida, a não ser daquele que visita o local, e ainda assim ninguém vai ao vale, pois imagine um local onde só tem ossos, imagine o cheiro, a tristeza, os abutres em busca de algo para comer, pois é um local onde não tem vida, um local não somente esquecido, mas ignorado, um local desprezado, onde todos procuram passar o mais longe possível dali  a não ser que seja por um motivo muito especial, como no caso de Ezequiel que DEUS o levou até lá para que fosse visto uma vida como fica sem o Espirito Santo, sem carne, sem nervos, sem nada, e mais, DEUS mostra através desses ossos para Ezequiel como estava o povo de Israel, pareciam vivos, mas estavam secos como os ossos ou piores, pois falavam, comiam e ainda praticavam iniquidades, faltava-lhes o Espirito Santo, estavam sem DEUS, então DEUS mostra a Ezequiel e o envia ao povo para que profetize aos ossos "povos"para que através de Ezequiel, eles voltem a crer e DEUS lhes de as bençãos prometidas, pois se continuassem secos seriam exterminados.
O aleluias amados, como estais nesse momento, sinta realmente agora o seu coração, aonde está a sua esperança, a sua fé, a sua crença, acaso não está tu como os ossos secos, caídos num vale de desesperança, de amargura, de solidão, acaso o que tem esperado para ser feliz, acaso tens esperado amigos, esposo, esposa, pastor, irmão, ora filhos, se não for por DEUS e para DEUS, nada acontece ao contrário desparece, acaso esta pensando que quem vai dar ou entregar seu milagre é um pregador, ou um pastor, engana-se, eles somente podem entregar o que DEUS manda pois DEUS os usa, mas quem lhe dá é DEUS, e DEUS usa até mesmo uma formiga para lhe abençoar, desde que tu estejas aberto e crendo para receber, ore encha-se com o Espirito Santo e ai sim sua benção pode chegar até você e os seus, não depende desse ou daquele não querido, depende muito mais de ti crer e querer, orar e jejuar, e ai sim DEUS enviará anjos para lhe abençoar, seja aqui ou do outro lado do mundo, quando se corre atrás de homens se esquece de DEUS, e passa-se a atribuir o poder a pessoa errada, cuidado pois isto pode fazer-te perder a benção, pois quantas vezes tu recusaste uma oração de um irmão, de sua mãe, filho, amigo achando não ser ele digno ou capaz, julgando o pecador, e querendo somente daquele que você acha que é usado por DEUS, assim você se pôs em posição de julgador e sabedor de todas as coisas e esqueceu que DEUS é quem escolhe e usa aquele que ELE quer para lhe abençoar, para de perder bençãos e ficar prostrado, desanimado e volte a orar a crer, pois tua benção tá ai esperando esse coração amolecer e aceitar DEUS agir da maneira DELE e não da sua. Acalme-se deixe DEUS AGIR.
E se acaso não te aceitaram, não te aceitam,  não desista DEUS manda que tu continues pois ELE quem te ergueu por profeta, fale o que DEUS manda falar, sem por,nem tirar, seja a quem for, pois sois escolhidos para profetizar: entregar o que DEUS manda e não o que quer. E tu sabes quem está no comando, quem fala através de sua vida é DEUS.
OSSOS SECOS IRÃO SE LEVANTAR ATRAVÉS DE TI PROFETA, PROFETIZA
GLÓRIA A DEUS

Também não se esqueça profeta você pode pedir e precisa de oração, não se envergonhe e nem pense que és super herói, és homem e mulher de DEUS e DEUS nunca disse para que um profeta, uma profeta, um pastor, uma pastora ou outro escolhido não pedisse ajuda aos seus, ao contrário que nos unamos formando o corpo DE CRISTO.
Não desista, DEUS É CONTIGO.

A PAZ
Pra Lurdinei

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Jejum - O que é? Como Fazer? Porque Fazer?



O que é o jejum espiritual
O jejum é uma das principais ferramentas para a comunhão com Deus. Mas o que significa jejum espiritual? Simplificando, é a abstenção de alimento para finalidades espirituais. O objetivo é conduzir uma pessoa à plena lucidez espiritual e facilitar a profunda comunhão com Deus, pois o organismo não utilizará energia para a digestão de modo que o cérebro terá mais energia para refletir nas coias espirituais. Como prática religiosa, é voluntário, exige pureza de vida e exclui a exibição.

Para quem é indicado?
1. Para quem tem medo (2 Crônicas 20:3 e 4): Existem muitas coisas na vida que nos provocam medo: desemprego, doenças, fome, pessoas más... O jejum proporciona especial oportunidade para íntima comunhão com Deus. A amizade com Jesus traz paz e segurança ao coração.
2. Para quem está arrependido (1 Samuel 7:6, Jonas 3:5): O arrependimento é obra milagrosa do Espírito Santo. Se o coração encontra-se aflito e há dúvida sobre o perdão divino, faça um jejum. Você terá, na ocasião, espaço ideal para reflexão e leitura da Bíblia. Sendo assim, Deus o fará sentir Seu perdão e promoverá alívio para alma.
3. Para quem busca a conversão (Joel 2:12): Converter-se significa mudar de direção. Deus deseja nos manter sempre em Seu caminho. Ao povo de Israel, o Senhor solicitou jejuns para levá-lo ao quebrantamento do coração e conduzí-lo à conversão. Faça jejum periodicamente e busque maior comunhão com Deus.
4. Para quem necessita de uma resposta divina (Ester 4:16): A ação de jejuar o colocará numa condição de entrega a Deus e o tornará sensível para discernir Suas respostas.
5. Para quem deseja humilhar seu coração (Esdras 8:21, Salmos 35:13): O jejum é um excelente antídoto para o orgulho que deseja instalar-se no íntimo. Por meio dele percebemos que somos completamente dependentes de Deus.
6. Para quem enfrenta forte provação (Mateus 4:1 e 2): Jesus sentia-se fortalecido pelo jejum. Ao enfrentar as terríveis tentações de Satanás, encontrava-se plenamente lúcido. O exemplo de Jesus deve ser seguido. Ao enfrentar tentações ou provações, faça do jejum uma das suas principais armas espirituais.
7. Para quem precisa de poder: O jejum precisa resultar em “poder” para quebrar todas as cadeias do mal e libertar os aflitos de alma.
8. Para quem decidiu entregar-se a Deus (Joel 1:14): O jejum é fundamental para uma vida santa e piedosa diante do Senhor. Todo clamor será ouvido por Deus.
9. Para compreender a Palavra de Deus: Quando se tem alguma dúvida bíblica, o jejum oferece maior facilidade para o estudo e a iluminação do Espírito Santo. O entendimento será aberto pelo Espírito que o guiará por toda a Verdade.

Como jejuar?
1. Defina o seu objetivo: Peça ao Espírito Santo que mostre claramente a direção e os objetivos para o seu jejum e oração.
2. Faça o seu compromisso:
a) Qual será a duração do seu jejum? De meio dia, dia inteiro ou mais?
b) Que tipo de jejum você vai adotar? Tomando apenas água, água e sucos, comendo apenas frutas...
c) Quanto tempo  você dedicará à oração e à Palavra de Deus?
d) De que atividades físicas ou sociais você irá abster-se? Idas a shoppings, TV, Internet...
3. Prepare-se espiritualmente: Peça a Jesus Cristo perdão por todos os seus pecados e clame pelo batismo do Espírito Santo.
4. Avalie sua condição física: Se tiver algum problema de saúde, consulte um médico para saber qual o tipo de jejum ideal para você.
5. Termine o jejum gradualmente: Não coma comidas sólidas imediatamente após o jejum. Se você terminar o jejum aos poucos será melhor para sua saúde.
6. Programe o seu próximo jejum: Assim como precisamos de um novo enchimento do Santo Espírito diariamente também precisamos de novos períodos de jejum perante Deus.

Existe também outro tipo de jejum que produz enormes benefícios para a mente, na comunicação com Deus.

Veja a seguir o jejum espiritual para os cinco sentidos – realize-o durante dez dias, pelo menos:
1) Audição – não ouça rádio e músicas seculares. Procure ir à natureza para ouvir o seu som.
2) Visão – não assista TV (exceto conteúdos espirituais), não veja revistas e evite sites seculares. Leia a Bíblia.
3) Paladar – não coma carne, doces, leite, queijos e frituras. Use frutas, verduras, grãos e cereais. Pratique as boas regras de saúde.
4) Olfato – Respire ar puro logo pela manhã. Ao longo do dia respire profundamente.
5) Tato – Faça caminhadas em locais de muito verde e se possível ande de pés descalços.

O jejum que Deus não aceita:
– Por orgulho ou penitência:  “Dizendo: Por que jejuamos nós, e tu não atentas para isso? Por que afligimos a nossa alma, e tu não o levas em conta? Eis que, no dia em que jejuais, cuidais dos vossos próprios interesses e exigis que se faça todo o vosso trabalho. Que jejuais para contendas e rixas e para ferirdes com punho iníquo; jejuando assim como hoje, não se fará ouvir a vossa voz no alto” (Isaías 58:3 e 4).
– Praticar o jejum para exibir cristianismo, provocar intrigas e visar interesses egoístas não é aceitável a Deus. O que deveria ser uma bênção torna-se então uma maldição.
– O jejum não pode tornar-se uma espécie de “justificação pelas obras”, ou seja, “vou jejuar para me salvar”. A salvação vem unicamente pela fé em Cristo Jesus. O jejum deve ser útil apenas como um instrumento de uma busca mais profunda pelo Salvador.

O Senhor Deus deseja conceder-lhe um vigoroso discernimento espiritual, novas percepções de Sua glória e desenvolver em você a fé incondicional. Faça um plano pessoal de jejum. Você se sentirá física, mental e espiritualmente fortalecido, e todas as suas orações terão respostas.
A PAZ
Pra Lurdinei

sábado, 19 de janeiro de 2013

Um bom casamento o que é, como fazer para meu casamento ser bom? Ainda há tempo lute pela sua familia

UM BOM CASAMENTO:  AINDA É TEMPO: LEMBRE-SE O CASAMENTO É A UNIÃO DE DUAS PESSOAS E DEUS.
DEUS OS ABENÇOOU OS UNIU
E SE PEDIRES ELE OS AJUDARÁ
LEMBRE-SE DO PRIMEIRO MOMENTO
O PRIMEIRO OLHAR
O PRIMEIRO BEIJO

O AMOR NÃO ACABOU, RESGATE-O

Um bom casamento o que é: ainda posso ter um bom casamento?
Diz-se com freqüência que um bom casamento é uma "amostra do céu". O companheirismo de que um homem e uma mulher podem gozar em relação ao casamento é uma bênção imensa dada por nosso Criador (Gênesis 2:18-24).
Certamente, Deus destinou o casamento a ser benéfico e satisfatório para ambos, o esposo e a esposa. Infelizmente, muitos casais não descreveriam seus casamentos como "celestiais".
Estratégias Inaproveitáveis
O que podemos fazer para termos "bons casamentos"? Homens e mulheres têm tentado várias estratégias para assegurar casamentos bem sucedidos. Muitos têm raciocinado que o modo de ter um bom casamento é casar-se com a pessoa de melhor aparência possível. Conquanto não seja pecado ser fisicamente atraente, a aparência pessoal não é garantia de que uma pessoa será uma boa companheira.
O homem extremamente elegante ou a mulher impressionantemente bela com freqüência não dão bons esposos! Outros têm concluído que um casamento espetacular e uma lua-de-mel dispendiosa são o ponto de partida de um bom casamento.
Contudo, estas são coisas que não duram muito tempo e quando a grandiosidade da cerimônia e a emoção da lua-de-mel passam, é comum que o esposo e a esposa descubram que sua relação não é realmente muito boa. Ainda outros têm seguido a estratégia de acumular bens antes de casar ou, em alguns casos, de procurar uma pessoa rica com quem casar! Tal segurança financeira constituirá, pensam eles, o alicerce de um bom casamento. Algumas vezes parceiros em al relação assentada sobre a riqueza material pagarão quase tudo para escapar do casamento. O resultado de tais preparativos financeiros é que há mais bens a serem divididos quando o casal se divorcia.
Deverá ser notado que não há nada inerentemente pecaminoso em ser fisicamente atraente, ter um grande casamento e uma lua-de-mel agradabilíssima ou mesmo economizar dinheiro antes do casamento com a esperança de um padrão de vida mais alto. Cada uma destas coisas pode ser uma bênção para um casamento. Nenhuma destas coisas, contudo, resulta necessariamente em um bom casamento. Se desejamos relações satisfatórias, precisamos abandonar as soluções e valores de sabedoria humana e consultar o manual de casamento escrito por Aquele que criou o casamento no princípio. Na Bíblia podemos encontrar toda a informação que precisamos para construir casamentos bem sucedidos.
Instruções Divinas
As Escrituras ensinam que o casamento é destinado a durar até que um dos cônjuges morra (Romanos 7:1-3; Marcos 10:9). Se cada parceiro mantiver esta convicção, o casamento terá uma possibilidade maior de dar certo. Quando aparecem problemas (e sempre aparecem!), tanto o esposo como a esposa empenham-se em resolvê-los em vez de procurar escapar facilmente através do divórcio.
Quando Paulo escreveu sobre as responsabilidades dos cônjuges, ele observou que as esposas deveriam ser submissas a seus esposos (Efésios 5:22-24). Ele ordenou ainda mais que os esposos deveriam amar suas esposas (Efésios 5:25-29). Este amor (na língua grega, "agape") não é de puro sentimento ou mesmo a expressão de palavras vazias, mas é antes o resultado de uma escolha moral e expressa-se em ação.
Elcana, pai do profeta Samuel do Velho Testamento, evidentemente amava profundamente sua esposa Ana (1 Samuel 1:1-8). Ele expressou seu amor por ela através de sua generosidade. Além do mais, este tipo de amor busca o bem estar de outros independente do tratamento com que eles retribuem.
O apóstolo Paulo descreveu o caráter deste amor em 1 Coríntios 13:4-7. As responsabilidades de amor e submissão incluem outras específicas.Por exemplo, para amar sua esposa, o esposo tem que se comunicar com ela. Para procurar o melhor bem estar da esposa, ele precisa entender as necessidades e desejos dela.
Mais uma vez, observando o exemplo de Elcana e Ana, quando ela estava triste por causa de sua esterilidade e da provocação de sua rival, Elcana procurou descobrir a causa de sua angústia (1 Samuel 1:4-5, 8). Se o esposo comunica a razão para suas decisões, torna-se muito mais fácil para a esposa submeter-se.
Sem comunicação adequada entre cônjuges, é extremamente difícil, talvez impossível, ter-se um bom casamento. Comunicação franca entre esposo e esposa permite a cada um entender melhor o outro, evitando muitos desentendimentos. A participação nas opiniões, sonhos e temores através da comunicação permite uma intimidade que ajuda a unir o casal.
Honestidade
Todos os bons casamentos exigem honestidade e discrição de ambos. Tanto esposo como esposa deverão empenhar-se em sempre falar a verdade um ao outro (Efésios 4:25; Colossenses 3:9). Bons casamentos dependem da confiança e uma mentira descoberta destrói essa confiança.
A esposa que descobre que seu esposo mentiu para ela em um assunto imaginará que ele no futuro estará mentindo também sobre outros assuntos . . . mesmo que ele esteja falando a verdade. Infelizmente, aqueles que praticam o engano com freqüência acreditam arrogantemente que são muito inteligentes para "serem apanhados".
O mentiroso pode freqüentemente cobrir seu engano por algum tempo, mas as mentiras costumam ser descobertas. A esposa que esconde informação de seu esposo está também praticando o engano, uma forma de desonestidade. A suspeita que resulta quando o engano é descoberto ameaça a bela intimidade possível num casamento.
Discrição
Quando duas pessoas vivem juntas ainda que por curto período de tempo, elas podem aprender algumas coisas nada lisonjeiras sobre um e outro. Num bom casamento, o esposo não falará destas faltas de sua esposa com outros. Ele protegerá a reputação dela à vista dos outros, enquanto trabalhará para ajudá-la a melhorar nessas áreas. De modo semelhante, a esposa não discutirá as fraquezas de seu esposo com outras pessoas.
A prática de tal discrição encorajará maior intimidade na comunicação dentro do casamento. Cada parceiro sentir-se-á bem partilhando com o outro os pensamentos mais particulares porque ele ou ela sabe que estes pensamentos não serão revelados a outros.
Fidelidade Sexual
Poucas coisas destroem um casamento mais depressa do que a infidelidade sexual. Num bom casamento, cada parceiro tem não somente de se abster de atos abertos de impureza sexual, mas não deve dar ao outro causa para suspeita.
O esposo precisa evitar que seus olhos se fixem na direção de outras mulheres e a esposa tem que ser cuidadosa para que seu comportamento a respeito de outros homens seja puro (Mateus 5:27-28).
Respeito
O resumo feito por Paulo das responsabilidades do esposo e da esposa em Efésios 5:33 revela que a submissão da esposa envolve respeito ao seu esposo. Do mesmo modo, o esposo não deverá tratar sua esposa como inferior a ele porque ela voluntariamente aceitou uma posição de submissão (1 Pedro 3:7).
Em vez disso, ele deverá tratá-la com dignidade e consideração. Ele não deve diminuí-la nem tratá-la com aspereza ou amargura simplesmente porque Deus lhe deu autoridade na família (Colossenses 3:19).
Altruísmo
O egoísmo está na base de um número incrível de dificuldades matrimoniais. É extremamente difícil viver com alguém que sempre pensa só em si mesmo. Cuidar de uma criança é trabalho duro porque ela não tem consideração com as necessidades e desejos dos outros. Suas necessidades precisam ser satisfeitas imediatamente ou ela fará com que seus pais saibam de sua infelicidade por meio de gritos estridentes! Como adultos, já deveremos ter ultrapassado tal egoísmo, mas infelizmente alguns esposos agem bem dessa mesma maneira. Se as coisas não são feitas como lhes serve, eles ficam trombudos ou têm ataques de cólera, muito parecidos com os das crianças que não sabem de nada melhor. A mulher virtuosa de Provérbios 31 sacrificava-se, trabalhando para prover a sua casa (Provérbios 31:10-31). Cada cônjuge [amadurecido] deverá estar querendo pôr as necessidades e desejos do outro antes do seu próprio, se necessário (Filipenses 2:4; 1 Coríntios 13:5), e os que são infantis não deveriam casar-se!
Paciência
A paciência é o lubrificante que evita que o casamento se aqueça demais quando os problemas provocam atrito entre os parceiros. Uma falta de paciência, no mais das vezes, resulta em decisões insensatas ou irritação. Tiago deu bom conselho quando escreveu "Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus" (Tiago 1:19-20). A paciência é aquela qualidade que permite a uma pessoa suportar com calma serenidade uma situação que não é ideal ou desejável (longanimidade; Gálatas 5:22; Efésios 4:2; Colossenses 3:12).
A impaciência é quase sempre uma forma de egoísmo na qual nos tornamos furiosos porque as coisas não estão acontecendo do modo que queremos que aconteçam. Haverá muitas ocasiões durante um casamento nas quais as coisas não serão ideais!
Humildade
Algumas pessoas não querem admitir nenhuma falha. É inevitável que um cônjuge peque contra o outro. A humildade é a qualidade que permite-nos reconhecer nossa própria falibilidade, admitir nossas faltas e pedir perdão àqueles que tivermos maltratado. A pressuposição de que sempre sabemos o que é melhor ou que nunca cometemos nenhum erro é uma forma de arrogância. Tal arrogância é oposta ao amor (1 Coríntios 13:4). Num bom casamento, ambos os parceiros servirão um ao outro fazendo muitos pequenos favores.
A arrogância não permite a "atitude servil" (João 13:1-15). A humildade também ajuda a perdoar os outros que pecam contra nós, porque nos lembra que nós mesmos somos falíveis e freqüentemente necessitamos ser perdoados (Efésios 4:31-32; Colossenses 3:13). No decorrer de um casamento, haverá muitas oportunidades para perdoar seu cônjuge! Ofensas não perdoadas tendem a ser como feridas não curadas, inflamadas; elas afetam severamente a saúde da relação.
Quando alguém está procurando um bom companheiro ou simplesmente tentando melhorar uma relação conjugal existente, estes princípios ajudarão a assegurar um casamento bem sucedido. De fato, muitos desses traços característicos que promovem um casamento bem sucedido podem ser aplicados praticamente em qualquer relação humana para torná-la melhor!
Dicas de filmes para casamentos em crise:

PROVA DE FOGO
PONTO DE DECISÃO
DE VOLTA PARA CASA


A PAZ

DEUS OS ABENÇOE GRANDIOSAMENTE IREI VÊ-LOS JUNTOS E MELHOR QUE ANTES EM NOME DE JESUS

Pra Lurdinei

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Se tu és ignorado, desprezado, ofendido, magoado....Lembre-se Deus lhe ama: O homem é quem faz Acepção de Pessoas:



ACEPÇÃO DE PESSOAS :  Não é de DEUS /É do homem e homem que não aprendeu a ser verdadeiro cristão

Que vem a ser acepção de pessoas? É dar a iguais tratamento desigual. Damos um exemplo chocante. A Bíblia é a palavra de Deus, e por isso é considerada ‘ESCRITURA SAGRADA’. E por que SAGRADA? Por que foi inspirada por Deus, isto é, o autor é Deus, usando os profetas. O apóstolo Pedro diz: “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” (II Pd. 1:21). Nas Escrituras Sagradas, lemos o seguinte sobre os homens: “Deus olhou desde os céus para os filhos dos homens, para ver se havia algum que tivesse entendimento e buscasse a Deus. Desviaram-se todos, e juntamente se fizeram imundos; não há quem faça o bem, não há sequer um” (Sl. 53:2-3). No Novo Testamento lemos: “Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram” (Rm. 5:12). E Paulo diz mais: “Porque todos pecaram e destituídos foram da glória de Deus” (Rm. 3:23).

A pergunta é: Se a partir de Adão todos são pecadores condenados à morte; se Deus procurou um homem que tivesse entendimento para buscá-lo, e não encontrou nenhum; se, portanto todos estão destituídos da glória de Deus porque são pecadores, porque Jeová tratou os egípcios como malditos, e a descendência de Jacó como benditos, se os dois povos eram iguais em essência? Jeová fez acepção de pessoas! Mas no livro da lei de Jeová está escrito: “Pois Jeová vosso Deus e o Deus dos deuses, e Senhor dos Senhores, o Deus grande, poderoso e terrível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita recompensas” (Dt. 10:17). É difícil engolir! Como Jeová, que se autodenomina único deus, cometeu uma gafe dessas? Mas, poderia ser obra do acaso! Vejamos: Jeová escolheu, como filhos, a descendência de Jacó, e rejeitou outras raças. Mas como pôde tratar os outros como inimigos, se os seus eram piores? É de espantar! O tempo passou e Jeová chamou seus dois reinos de Sodoma e Gomorra (Is. 1:9-11).
Vejamos como o espírito de Jeová era espírito de acepção de pessoas:
1. Jeová mandou Moisés dizer a Faraó: Assim diz o deus dos hebreus: Deixa ir o meu povo para que me sirva. Se não deixares ir o meu povo, enviarei uma peste que mate todo o gado do campo, e todos os cavalos, e todos os jumentos, e também todos os camelos. E Jeová fará separação entre o gado dos egípcios e o gado dos israelitas, para que não morra nenhum do gado dos filhos de Israel (Ex. 9:1-6).Ficou configurada a acepção de pessoas e de animais. É preciso lembrar, que Faraó não deixou o povo ir livre porque Jeová endureceu o seu coração (Ex. 8:32).
2. Para amolecer o coração de Faraó, Jeová disse a Moisés: Estende a tua vara para os céus, e haverá saraiva em toda a terra do Egito, sobre os homens e sobre o gado, e sobre toda a erva do campo. E Moisés estendeu a sua vara para o céu, e Jeová mandou trovões e saraiva, e fogo corria pela terra, e destruía tudo o que havia no campo, desde os homens até os animais, e feriu a erva do campo, e quebrou todas as árvores do campo. Somente na terra de Gosen, onde estavam os filhos de Israel, não havia saraiva (Ex. 9:22-26). Mais uma vez fica configurado o espírito de acepção de Jeová. A saraiva foi tão violenta que Faraó mandou chamar Moisés disposto a entregar os pontos. Quando acalmou a tempestade, Jeová endureceu novamente o coração de Faraó (Ex. 9:27-28, 34).
3. Novamente Jeová envia a Moisés e Arão diante de Faraó, dizendo: “Assim diz Jeová, o Deus dos hebreus: Até quando recusas humilhar-te diante de mim? deixa ir o meu povo para que me sirva” (Ex. 10:3).Há uma incoerência em Jeová: Exige que Faraó deixe o povo ir, mas está sempre endurecendo o seu coração para que não os deixe sair. O que é que Jeová queria? Suspense? Porque endurecia o coração de Faraó e dos egípcios? Os fatos e acontecimentos não foram reais, mas provocados, e neste caso a história do Êxodo deixa de ser história para ser comédia, ou melhor, tragicomédia, pois tudo era feito por Jeová e não pelos homens, mas as mortes eram reais, mortes de inocentes. Jeová enviou uma nuvem de gafanhoto sobre toda a terra do Egito. O céu se enegreceu, e os gafanhotos devoraram toda a erva, e não ficou verdura alguma, nem fruto nas árvores. Faraó se humilha perante Moisés e pede perdão (Ex. 10:14-17). Jeová novamente endurece o coração de Faraó (Ex. 10:20). Na terra de Gosen nenhum gafanhoto apareceu.
4. Moisés, então, em obediência à ordem de Jeová, estendeu a mão para o céu, e houve trevas espessas em toda terra do Egito por três dias. Um não viu ao outro, e ninguém se levantou do seu lugar por três dias; mas todos os filhos de Israel tinham luz em suas habitações. Faraó chama Moisés, pois havia decidido se livrar dos israelitas. Jeová novamente endureceu o coração de Faraó, que desta vez ameaça a Moisés, dizendo: Se você voltar a ver a minha face, morre (Ex. 10:21-28). A leitura dos textos é cansativa, pois as pragas são diferentes, mas a história é sempre a mesma. Faraó querendo liberar os israelitas, e Jeová endurecendo o seu coração para reter o povo em escravidão.
5. Se o objetivo principal de Jeová fosse a libertação do povo, não havia a necessidade de endurecer o coração de Faraó. O objetivo principal era tornar notório o espetáculo para promover-se como deus aos olhos das nações. A prova está no livro de Josué, capítulo dois. Raabe, a meretriz fala aos espias de Israel em Jericó, dizendo: “Bem sei que Jeová vos deu esta terra, e que o pavor de vós caiu sobre nós, e que todos os moradores da terra estão desmaiados diante de vós. Porque ouvimos que Jeová secou as águas do Mar Vermelho diante de vós, quando saíeis do Egito, e o que fizestes aos dois reis dos amorreus, a Siom, e a Ogue, aos quais destruístes” (Js. 2:9-11). Estamos desmaiados de pavor.
Elegendo Abraão e sua descendência e rejeitando as nações da terra de Canaã, através das guerras e matanças, Jeová se promoveu como deus. A acepção foi a arma e o esquema para se fazer conhecido.
Ao anunciar a ultima praga, que foi a morte dos primogênitos, Jeová então revela o seu projeto principal, dizendo: Eu matarei todos os primogênitos da Egito, e haverá grande clamor em toda a terra do Egito, qual nunca houve semelhante e nunca haverá, para que saibais que Jeová fez diferença entre os egípcios e os israelitas (Ex. 11:5-7).
Mas Deus, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo é Deus de todos, israelitas e gentios (Rm. 3:29). E Deus, o Pai, quer que todos se salvem (I Tm. 2:3-4).

Autoria: Pastor Olavo Silveira Pereira



Não sei pelo que estais passando, mas DEUS sabe todas as coisas te conhecem tanto que enviou-me aqui para lhe dizer a ti amados que quem te despreza, te ignora, te ofende, não lhe dá crédito, não O CONHECE,não entendeu o que é ser cristão, não entendeu o que é amar a DEUS, não entendeu o IDE de JESUS, ele pode estar falando coisas lindas, tocantes, inteligentes, cultas, para um ou um bilhão, não importa, porém se ele lhe despreza sem ao menos ter lhe dado uma chance, ou duas ou quantas necessárias fosse, ele nada está passando, a não ser o tempo, de que "vale tudo se não aprendeu amar"
Pois os mandamentos de Cristo foram
"AMAI A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS
AMAI AO PRÓXIMO COMO A TI MESMO", e como falar do amor de DEUS, de salvação se não aprendeu a se amar, sim pois se não amo ao próximo ainda não sei me amar, muitas vezes ou  99,9% das vezes os defeitos, as imperfeições, as irritações,  que vemos no outro nada mais é  que nosso reflexo, vejo o que sou e que não quero ser, é muito fácil apontarmos o defeito alheio, mas assumir o nosso quase impossível, dói, é quase cruel, e a  maioria das vezes ficamos a procurar no outro o culpado de sermos ou fazermos o que em nossa consciência sabemos ser errado. Muitas vezes DEUS pede para eu fazer algo ou mudar algo e não para meu irmão, então por querer, ou por achar-me perfeitinho começo a questionar o meu irmão e logicamente DEUS, pois sempre que digo ele não fez ou faz e porque eu tenho que fazer? ou ainda todos fazem porque eu não posso?
Mesmo tendo errado, mesmo não se achando ou que não te achem a pessoa mais brilhante do mundo em que vive, seja sua casa, escola, igreja, sim pois muitas vezes o mundo é aquele em que vivemos o nosso dia a dia, esse é o seu mundo, enfim DEUS lhe AMA, e manda lhe dizer não desista, se necessário refaça, arrependa-se, peça perdão e perdoe, mas não desista, levante e vá em frente pois lhe capacitarei, darei a ti estratégia, quem sabe ai realmente não seja seu lugar porém é ai que quero que aprendas, e depois sim quando estiveres preparados levarei-te onde te porei por líder, tem paciência e perdoe aqueles que não lhe entendem, pois ainda não sabem o verdadeiro amor, saiba o que DEUS lhe deu ninguém tira e ELE sabe quem tu és e o que sabes, mas tudo tem o tempo certo e estes que hoje te ignoram amanhã verão o agir de DEUS EM TI, E PERGUNTARAM COMO ISSO ACONTECEU E TU DIRÁS NÃO FOI DE UM DIA, NEM DE UMA NOITE, MAS DE UMA VIDA INTEIRA CRENDO EM DEUS E SENDO UM VERDADEIRO CRISTÃO , AMANDO-TE COMO TU ÉS, VEM AQUI TEM LUGAR PARA TI.
A PAZ
Pra Lurdinei


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Ministério Infantil e Reciclagem: História da Rainha Ester: BRINCANDO E APRENDENDO/ REI "ASSUERO E RAINHA ESTER"/ CETRO DE JORNAL

História da Rainha Ester - parte II
BRINCANDO E APRENDENDO

1-FAÇA PERGUNTAS QUEM NÃO RESPONDE PASSA OU A BEXIGA EXPLODE
Material:
bexiga
mangueira de chuveiro
fita crepe
bomba de encher bexiga

Modo de fazer:
coloque a bexiga na mangueira e passe a fita, depois coloque a mangueira na bombinha e passe a fita, pronto agora é só sentar em circulo perguntar e passar, rir e aprender



 2- CETRO DE JORNAL
Material:
Jornal
cola
papel crepom picado

Modo de fazer:
enrole o jornal e cole, pegue o crepom passe cola e cole na ponta do canudo de jornal, pronto o cetro é so entregar ao Rei
 3- COROA DA RAINHA E DO REI
Material:
cartolina
cola
e sobras de cartolina
elástico
Modo de fazer:
faça o molde recorte e enfeite e cole conforme o gosto, coloque o elástico no furo e pronto coroe o Rei e a Rainha






PERGUNTAS PARA CRIANÇAS(LIVRO) ESTER


Maratona bíblica sobre o livro de Ester
Perguntas do nível A
1 – (A) Qual é o nome do rei citado no livro de Ester ? Assuero (1.1)
3 – (A) Sobre quantas províncias Assuero reinava? 127 (1.1)
4 – (A) Qual era o nome da cidade (fortaleza ou cidadela) em que ficava o trono de Assuero? Susã (1.2)
5 – (A) Em qual ano do reinado de Assuero foi realizada a grande festa ou banquete do capítulo 1? terceiro ano (1.3)
6 – (A) A quem foi dirigido o primeiro convite de Assuero? Aos príncipes, servos, nobres e senhores das províncias. (1.3)
7 – (A) O que Assuero mostrou aos governantes e servos? Suas riquezas e a glória do reino. (1.4).
9 – (A) A quem foi dirigido o segundo convite do rei? Ao povo de Susã (1.5)
10 – (A) Quanto tempo durou o banquete para o povo? 7 dias (1.5)
11 – (A) Em que lugar do palácio foi realizado o banquete? No pátio do jardim (1.5)
13 – (A) Qual era a bebida servida no banquete? vinho (1.7)
14 – (A) Enquanto o rei dava seu banquete, outra festa acontecia. Qual? A festa da rainha (1.9)
15 – (A) Quantos eunucos serviam diante do rei? 7 (1.10)
17 – (A) Em qual dia do banquete o rei mandou chamar a rainha? sétimo (1.10)
18 – (A) Qual era o nome da rainha no capítulo 1? Vasti (1.9)
19 – (A) Qual foi a atitude da rainha Vasti diante da ordem do rei de comparecer diante dele? Recusou-se a atender. (1.12)
20 – (A) A quem o rei pediu conselhos sobre o que fazer da rainha? Aos sábios, ou príncipes (1.13-14).
22 – (A) Na opinião dos sábios, qual seria a conseqüência do exemplo de Vasti? Todas as mulheres desprezariam seus maridos. (1.17).
23 – (A) Qual foi a punição para Vasti? A perda da posição de rainha. (1.19).
24 – (A) Qual foi o objetivo da convocação das moças no capítulo 2? A escolha de uma nova rainha. (2.4)
26 – (A) Qual era o nome do primo de Ester ? Mordecai (ou Mardoqueu) (2.5)
27 – (A) Em que cidade Mardoqueu morava ? Susã (2.5)
35 – (A) Qual foi o segredo guardado por Ester quando se apresentou a Hegai? Não declarou seu povo e sua parentela. (2.10)
36 – (A) Por quanto tempo as moças deveriam se preparar antes de se apresentarem ao rei? 12 meses (2.12)
37 – (A) Qual era o óleo usado pelas mulheres em sua purificação ou embelezamento? Óleo de mirra (2.12)
42 – (A) Onde Mardoqueu se assentava quando se aproximava do palácio? porta (2.21)
44 – (A) Quem denunciou o plano de matar o rei? Mardoqueu (2.22)
45 – (A) Qual foi a punição para os que queriam matar o rei? Foram enforcados (2.23)
47 – (A) Quem foi colocado pelo rei acima de todos os príncipes? Hamã (3.1)
49 – (A) Quem se recusava a se prostrar diante de Hamã? Mardoqueu (3.2)
50 – (A) A quem Hamã queria destruir? A todos os judeus que havia no reino de Assuero. (3.6)
51 – (A) O que significa Pur? sorte (3.7)
55 – (A) O que Ester mandou para Mardoqueu quando soube de sua situação? Roupas. (4.4)
57 – (A) Qual foi a ordem que Mardoqueu deu a Ester? (ou pedido) Que ela intercedesse diante do rei a favor dos judeus.
58 – (A) Por quanto tempo os judeus de Susã jejuaram por Ester? Três dias. (4.16)
59 – (A) Qual foi a reação do rei quando Ester entrou em sua presença? Apontou para ela o cetro. (5.2)
60 – (A) Quantos banquetes Ester realizou? Dois (5.4 e 7.2)
62 – (A) Qual foi o conselho dado a Hamã por sua esposa? Que se fizesse uma forca para Mardoqueu. (5.14).
67 – (A) Quem denunciou Hamã diante do rei? Ester (7.6)
68 – (A) Qual foi o castigo imposto sobre Hamã? Morrer na forca que havia preparado para Mardoqueu. (7.10)
74 – (A) Quantos eram os filhos de Hamã? 10 (9.7-9)
83 – (A) Quantos capítulos tem o livro de Ester? 10 (ou 16 na Bíblia católica).
Perguntas do nível B
2 – (B) Quais eram os limites do reino de Assuero? Da Índia até a Etiópia. (1.1)
8 – (B) Por quanto tempo os governantes permaneceram com Assuero? 187 dias (1.4-5,11)
12 – (B) De que cor eram os tecidos ou tapetes do rei ? (citar uma cor) branco ou verde ou azul. (1.6)
25 – (B) Qual era o nome do eunuco responsável pelas mulheres? Hegai (2.3)
31 – (B) De qual tribo de Israel era Mardoqueu? Benjamim (2.5)
34 – (B) Qual era o outro nome de Ester? Hadassa (2.7)
38 – (B) Qual era o nome do guarda das concubinas? Saasgaz (2.14)
41 – (B) Quem foram os convidados para a festa ou banquete de coroamento de Ester? Príncipes e servos. (2.18)
46 – (B) Onde foi registrada a história da denúncia e do enforcamento? Nas crônicas do rei. (2.23)
48 – (B) Quem se prostrava diante de Hamã? Os servos (3.2)
52 – (B) De quanto seria o pagamento pela morte dos judeus? 10 mil talentos de prata. (3.9)
53 – (B) Em que dia os judeus deveriam ser mortos? Dia 13 do décimo segundo mês (Adar). (3.13)
54 – (B) Qual foi a reação de Mardoqueu ao saber da ordem para matar os judeus? Rasgou suas vestes, vestiu-se de um saco com cinzas e saiu clamando pela cidade. (4.1)
56 – (B) Qual era o nome do eunuco enviado até Mardoqueu para saber o motivo de sua tristeza? Hataque (ou Hatá) (4.5)
61 – (B) Qual era o nome da mulher de Hamã? Zerés (5.10)
63 – (B) Qual era a altura da forca construída para Mardoqueu? 50 côvados. (5.14)
64 – (B) Como foi a homenagem feita a Mardoqueu? Ele usou o vestido real, a coroa, o cavalo do rei, e um príncipe foi gritando diante dele : “Assim se fará ao homem de cuja honra o rei se agrada.” (6.8-9)
65 – (B) Qual foi o pedido que Ester fez ao rei no primeiro banquete por ela oferecido? Que o rei e Hamã viessem ao banquete do dia seguinte. (5.8)
66 – (B) Qual foi o pedido que Ester fez ao rei no segundo banquete por ela oferecido? Sua vida e a vida de seu povo. (7.3)
69 – (B) Para quê era usado o anel do rei? Para selar ou marcar suas cartas (ou decretos). (8.10).
72 – (B) O que foi concedido pelo rei aos judeus? O direito de se defenderem dos seus inimigos. (8.11)
77 – (B) O que passou a ser feito todos os anos nos dias 14 e 15 do mês de Adar? Festa de Purim. Dias de alegria, banquetes, dia de darem presentes uns aos outros e dádivas aos pobres.
78 – (B) De onde vem o nome da festa de Purim? De Pur, que significa sorte. (9.26)
79 – (B) O que significa a palavra tributo? Imposto ou pagamento devido ao governante (10.1)
84 – (B) Quantas vezes a palavra Deus é citada no livro de Ester? Nenhuma.
Perguntas do nível C
16 – (C) Quais eram os nomes dos eunucos que serviam diante do rei? Meumã, Bizta, Harbona, Bigtá, Abagta, Zetar, Carcas. (1.10)
21 – (C) Quais eram os nomes dos príncipes que aconselhavam ao rei? Carsena, Memucã, Setar, Admata, Tarsis, Meres, Marsena. (1.14).
28 – (C) Qual era o nome do pai de Mardoqueu? Jair (2.5)
29 – (C) Qual era o nome do avô de Mardoqueu? Simei (2.5)
30 – (C) Qual era o nome do bisavô de Mardoqueu? Cis (ou Quis) (2.5)
32 – (C) Qual rei levou Mardoqueu cativo? Nabucodonozor (2.6)
33 – (C) Quem era o rei de Judá quando Mardoqueu foi levado cativo? Jeconias (2.6)
39 – (C) Qual era o nome do pai de Ester? Abiail (2.15)
40 – (C) Em qual mês do ano Ester se apresentou ao rei? décimo mês (Tebete) (2.16)
43 – (C) Quais eram os nomes dos guardas da porta do palácio? Bigtã e Teres (2.21)
70 – (C) O maior versículo da Bíblia está no livro de Ester. Qual é ele? Ester 8.9
71 – (C) O que é um ginete? cavalo (8.10)
73 – (C) O que é um sátrapa? Governador ou homem poderoso ou protetor do império (9.3)
75 – (C) Quais eram os nomes dos filhos de Hamã? Parsandata, Dalfom, Aspata, Porata, Adalia, Aridata, Parmasta (ou Farmasta), Arisai, Aridai , Vaizata (ou Vaisata). (9.7-9).
76 – (C) Qual era o nome do pai de Hamã? Hamedata (9.10)
80 – (C) O que significa o nome Ester ? Estrela
81 – (C) O que significa o nome Hadassa? Murta (pequeno arbusto da região mediterrânea).
82 – (C) Qual é o outro nome do rei Assuero? Xerxes.
85 – (C) Quando reinou Assuero? Entre 480 e 465 a. C.
86 – (C) Em qual classificação se enquadra o livro de Ester ? Histórico.
87 – (C) O nome Ester pertence a qual idioma? Hebraico.
88 – (C) O nome Hadassa pertence a qual idioma? Persa
89 – (C) Qual é o significado nome da esposa de Hamã? Ouro
90 – (C) Qual é o significado nome Vasti? A mais excelente.
91 – (C) O que é uma província? Divisão regional ou administrativa de um reino. (Uma região pertencente a um reino ou a um país). (1.16)
92 – (C) O que é um comissário? Representante do rei, ou do governo. (2.3)
93 – (C) O que é um edito ? decreto real ou lei. (1.19)
94 – (C) O que é uma cavalariça ou coudelaria? Estrebaria, lugar onde se guardam os cavalos. (8.10)
Classificação das perguntas:
41 perguntas do nível A (mais fáceis) (valor : 1 ponto cada)
25 perguntas do nível B (mais difíceis) (valor : 2 pontos cada)
30 perguntas do nível C (quase impossíveis) (valor : 3 pontos cada)
Obs. : No caso das perguntas de nível B e C, as respostas parciais poderão ser consideradas, dando-se um valor menor que o total.
Roteiro da maratona.
1) Os participantes vão à frente do auditório.
2) Todos recebem o material: papel e caneta.
Ciclo do nível A
3) Realiza-se a leitura de uma pergunta do nível A.
4) Os que souberem a resposta levantam a mão, mas não respondem.
5) Se ninguém souber a resposta, passa-se para a próxima pergunta.
6) Se apenas um participante souber a resposta, responderá em voz alta.
7) Se mais de um souberem a resposta, escreverão no papel (número da pergunta, nome, resposta).
8) O papel é passado para o contador dos pontos.
9) Depois de passados todos os papéis, os participantes vão respondendo em voz alta até que alguém acerte.
10) O dirigente diz se a resposta está certa ou errada.
11) Se ninguém acertar, o dirigente lê a resposta certa.
12) O contador dos pontos, faz o lançamento dos pontos com base na resposta escrita.
13) Repete-se o ciclo de 3 a 12, até que terminem as perguntas do nível A.
14) Terminadas as perguntas do nível A, somam-se os pontos dos participantes.
15) Classificam-se para o próximo nível os que obtiveram 50% ou mais dos pontos do nível A (20 pontos ou mais).
16) Os pontos do nível A continuam valendo para se acumularem com os pontos do nível B.
Opções para o nível B
a)            Se o número de classificados for até 6, cada um responderá a 4 perguntas, que deverão ser tiradas pelo próprio participante de dentro de um saco plástico onde estarão dobradas todas as perguntas do nível B. As perguntas de um candidato não serão passadas para os demais. Serão somados os pontos e feita a premiação dos três primeiros colocados.
b)            Se o número de candidatos for superior a 6, o nível B terá os mesmos procedimentos do nível A. Ao final das perguntas, serão somados os pontos e feita a premiação dos três primeiros colocados.
Se, após a soma dos pontos, houver empate no primeiro, segundo ou terceiro lugar, serão então utilizadas as perguntas do nível C, da seguinte maneira:
Ciclo do nível C
1) Realiza-se a leitura da pergunta do nível C.
2) Os que souberem a resposta levantam a mão, mas não respondem.
3) Se ninguém souber a resposta, passa-se para outra pergunta.
4) Se apenas um participante souber a resposta, responderá em voz alta.
5) O dirigente diz se a resposta está correta.
6) Se a resposta estiver correta, estará feito o desempate.
7) Se mais de um souberem a resposta, escrevem no papel (número da pergunta, nome, resposta).
8) O papel é passado para o contador dos pontos.
9) Depois de passados todos os papéis, os participantes vão respondendo em voz alta até que alguém acerte.
10) O dirigente diz se a resposta está certa ou errada.
11) Se ninguém acertar, o dirigente lê a resposta certa.
12) O contador dos pontos, faz o lançamento dos pontos com base na resposta escrita.
13) Se apenas uma pessoa acertou a resposta escrita, estará feito o desempate.
14) Repete-se o ciclo 1 a 13, apenas se ainda persistir o empate no primeiro, segundo ou terceiro lugar.